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O lado pessoal de Stonehenge

Foto de Stonehenge ao longe, rodeada de visitantes. Vê-se um gramado ver de um céu com nuvens escuras.

Parece que o ritual de hoje em dia é caminhar em volta das misteriosas pedras.

Um amigo meu me perguntou o que senti ao estar diante de Stonehenge. E eu lhe respondi que eu me senti dentro de um livro. Que era um daqueles lugares que, para mim, pareciam inalcançáveis quando criança.

Com essa resposta, fica claro que o meu interesse com relação ao famoso alinhamento megalítico era pessoal e emocional. Não sou historiadora, nem geóloga, antropóloga ou algo do tipo. Sou apenas o resultado de uma criança curiosa que viajava nas páginas de enciclopédias e revistas. Continue lendo

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O lado fofo de uma lembrança.

Foto do Lago Ness em um dia nublado. Árvores em volta e gramado.

Ei! Alguém aí?! Em Loch Ness.

Quando eu era criança, o meu dinossauro preferido era o plesiossauro. Meu irmão e eu tínhamos uma enciclopédia de História Natural onde havia uma ilustração desse animal gigante, verde, com pescoço comprido, patas de nadadeiras e boca cheia de dentes pontiagudos que me causava um misto de admiração e medo. Já me disseram que ele não é exatamente um dinossauro, ou seja, não se encaixa nessa definição, mas tudo bem. Para mim, é dinossauro sim. Dino significa terrível. Sauro quer dizer lagarto. Vai me dizer que o plesiossauro é um fofo? Não. Então é dinossauro e pronto. Humpf! Continue lendo

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O meu lado contadora de histórias.

Fotografias.

Desde pequena… Ok, meu 1,60 m não me permite usar tal expressão. Bom, desde criança (agora sim), sou conhecida por pensar muito e falar pouco. Ou seja, sou conhecida por falar pouco apenas, pois se uma pessoa pensa e não diz nada, ninguém vai saber que ela está pensando. Mas, acreditem, todo mundo pensa.

Curioso é que, na minha casa, eu não era conhecida por falar pouco. Ao contrário, sempre fui uma grande tagarela, contando e recontando histórias para o seleto grupo da minha família tão querida. Cheguei, muitas vezes, a competir com a televisão e, graças à magnífica programação da tv aberta, eu sempre ganhava. Mentira. Quase sempre. Continue lendo

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