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O lado original do macaron.

Vários macarons, de diversas cores, em uma caixa.

Quase colecionáveis. :-)

Para mim, é quase impossível dissociar a bela cidade de Paris dos elaborados, saborosos e também belos docinhos que se produzem ali. Uma das melhores coisas a fazer na cidade é caminhar pelas suas ruas e parques, apreciando os detalhes e sentindo a vida que corre nessa grande metrópole.

Sendo assim, é inevitável deparar-se com apetitosas vitrines que exibem doces e tortas que mais parecem obras de arte. Mesmo que não se coma, o prazer da visão já é satisfeito. Mas quem quer só satisfazer a visão, não é?

Um dos docinhos mais conhecidos é o macaron. A primeira vez que ouvi esse nome fiquei intrigada, já que não remete a nada do mundo das sobremesas. Macaron lembra muito macarrão. Como adoro assistir a documentários sobre comida, logo me informei de que o motivo é que a sua origem é italiana e macaron vem de “macarrone”, palavra italiana para designar massa.

Mas, se o macaron veio da Itália, como foi que ele se transformou em praticamente um símbolo da França? Aí é que está! Continue lendo

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O lado encantador de Óbidos.

Em primeiro plano, o meu rosto e, em segundo plano, a muralha.

A muralha e eu.

Cansou da trivialidade da vida cotidiana e deseja um descanso do séc. XXI? Um bom caminho para se ter uma experiência fora do comum é passar uns dias em Óbidos, ao oeste de Portugal.

Foi no séc. XIII que o rei Dinis se casou com Isabel de Aragão. E um dos presentes à então rainha foi Óbidos. A cidade medieval amuralhada conserva recantos que esbanjam charme e proporcionam momentos de muita paz e bem-estar. Normalmente recomendada para passeios de um dia com saída de Lisboa, Óbidos pode, tranquilamente e com muita eficiência, ser também o cenário para um fim de semana.

Seu centro histórico exibe casas de arquitetura tradicional portuguesa, com suas paredes brancas e detalhes em azul, principalmente. As flores também desempenham um papel importante na decoração das fachadas, deixando evidente o cuidado primoroso que se tem com o patrimônio histórico. O passeio por suas ruelas, a pé e despreocupado, é o grande atrativo da visita. Continue lendo

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O lado grandioso das Cataratas do Iguaçu.

Eu, em primeiro plano, com capa de chuva e, ao fundo, as cataratas.

Chiqueza nas Cataratas.

Nas duas vezes em que viajei com excursão, de Madri para outro país, conheci espanhóis que, ao saber que sou brasileira, me disseram, animados, que conheciam lugares do Brasil. Salvador, Rio, Pipa, Foz do Iguaçu e Manaus e a Floresta Amazônica eram alguns deles. E eu respondia, um pouco constrangida, que não conhecia nenhum desses lugares. Bom, o Rio, sim, mas, sendo eu de Niterói, conhecer o Rio não é um grande feito. Era quase minha segunda cidade, em muitas etapas da minha vida.

Também não fiquem achando que eu só me movi de Niterói para o Rio, por favor. Esta pessoa aqui que vos escreve já foi muito a São Paulo na infância (cidade dos sonhos para mim e meu irmão nessa fase), Paraty e Búzios, no Estado do Rio… Bom, São Gonçalo também. Bauru, interior de São Paulo, a gaúcha Santa Maria, a capixaba Vitória e a mineira Belo Horizonte. Todas para um encontro de estudantes de Design. E cidades históricas mineiras, como Tiradentes e Ouro Preto.

Mas foi em agosto de 2016, que eu finalmente saí da Região Sudeste para conhecer as famosas Cataratas do Iguaçu, no Paraná. Bom, já tinha saído, quando estive em Santa Maria, RS (óbvio que isto não são risos), mas tinha sido só uma vez. Continue lendo

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O lado fascinante do Templo de Karnak.

O Templo de Karnak foi um dos primeiros templos que visitei no Egito, na viagem que fiz a esse país em 2014. É bem capaz de ter sido o primeiro mesmo. Se não foi ele, foi o Templo de Lúxor. Os dois ficam na cidade que dá nome a este último, ou seja, a cidade de Lúxor! E era ali onde o navio do cruzeiro pelo Nilo estava atracado.

Imaginem que emoção. Estar dentro de um templo do Antigo Egito! Isso, para mim, é quase o mesmo que visitar outro planeta. Porque o Egito, atualmente, já é bem diferente do que estou acostumada a ver e vivenciar. Há algumas semelhanças, claro, com lugares do Brasil. A existência de engarrafamentos monstro é uma delas. Mas, no geral, é bem diferente. E eu acho isso maravilhoso!

E o que dizer de estar em um resquício do Mundo Antigo, que começou a ser construído há mais de 4 mil anos? É como voltar no tempo, bisbilhotar uma realidade completamente alheia. Continue lendo

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O lado multifacetado da Escócia.

Kilt Rock rocks!

Era outono de 2014. No hemisfério norte, ele começa no final de setembro e vinha chegando para dar uma trégua no calor e colorir as ruas com belos tons avermelhados. De fato, cada estação tem os seus encantos e particularidades. E para aproveitar e se deleitar com esse espetáculo da natureza, um destino altamente recomendável para essa época é a Escócia. E quando digo Escócia, me refiro a diversas cidades.

Edimburgo, a capital, provavelmente é a mais lembrada quando se pensa em território escocês. E de fato é linda, cheia de atrações, movimentada como uma metrópole mas sossegada como uma cidade pequena. Um dos dois castelos mais importantes do país está ali e é o imperdível Edinburgh Castle. Sustentado sobre uma rocha de proporções gigantescas, a edificação que ali repousa exibe ao público um rico conteúdo formado por agradáveis jardins, luxuosos salões, intrigantes acervos militares e ostentosas coleções de jóias. Continue lendo

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O lado milagroso de um embarque na Ryanair

Quem é gente rica igual a mim sabe como é. Gente rica, sabe? Que compra voo da Ryanair para os horários mais gostosinhos, tipo às 6h da manhã. Que relaxa na cabine do avião, naquele espacinho aconchegante que propicia o deleite do calor humano de todo mundo juntinho. Que descansa nesse voo ao som melodioso de anúncios de loterias. Ai, ai… Não há comparação.

Irlanda, Ibiza e Escócia: alguns dos lugares aonde fui pela Ryanair!

E como não incluir nesse pacote de benefícios o suspense emocionante que se faz presente naquele espaço de tempo em que você aguarda o veredicto sobre se a sua mala passará pelo crivo do fatídico gabarito ou não? Aquele momento antes do embarque, em que todos os passageiros têm a oportunidade quase única de exercitar a sua criatividade, seja vestindo um casaco e amarrando outro na cintura, usando duas calças ao mesmo tempo, exibindo no pescoço dois cachecóis ou escondendo a bolsa a tiracolo por baixo do sobretudo. É uma coisa bonita de se ver. Quando a humanidade quer, ela sabe como se superar.

Pois bem. Certa ocasião, em uma das vezes em que viajei pela Ryanair, estava eu Continue lendo

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O lado turístico de Bruxelas

Close nas flores de um mercado temporário na Grand Place. o fundo se vê um pouco da arquitetura do local.

Mercado de flores alegra a Grand Place!

Bruxelas não costuma figurar nas listas de principais destinos de viagem. Isto é um tanto injusto. A cidade, capital da Bélgica, é muito gostosa para ser visitada. Suas ruas e praças são cheias de encanto. A parte antiga é composta de edifícios de arquitetura medieval, tendo a cidade começado a se formar a partir do século X.

A Grand Place, principal praça de Bruxelas, é uma jóia a ser admirada. É a praça central dali, como existem, na Espanha, as plazas mayores”. Se querem saber a minha opinião, esta é a praça central mais bonita que já vi. Para chegar até lá, passa-se por muitas ruas estreitas. E, quando finalmente a pessoa se depara com aquele espaço relativamente amplo, cercado de fachadas ricamente elaboradas em pedra, é impossível não extasiar-se. Continue lendo

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