O lado bucólico dos Lagos de Covadonga

Foto de um dos lagos e um vaca pastando.

Paisagem fenomenal. Lago Enol e uma vaquinha asturiana.

Pense em Espanha. O que vem à sua cabeça? Madri, Barcelona, Sevilha, Granada. Estas são as cidades mais destacadas nos roteiros de viagem e no imaginário popular turista. Pois hoje vamos mudar isso. Vamos falar do norte deste heterogêneo país.

Eu poderia dizer milhões de coisas sobre as comunidades autônomas do norte. Mas vou me fixar somente em Astúrias. Eu poderia dizer milhões de coisas sobre Astúrias, mas vou me concentrar somente nos Lagos de Covadonga. É um lugar que merece ser conhecido. E você,  – você mesmo! – merece conhecê-lo.

Os Lagos de Covadonga pertencem ao Parque Nacional de los Picos de Europa, que se situa na Cordilheira Cantábrica, ocupando partes das comunidades de Cantábria, de Astúrias e de Castilla y León (ou Castela e Leão, em português). Os Lagos estão na parte asturiana do parque e são dois, o Enol e o La Ercina. Ambos são de origem glacial. Há um terceiro, o El Bricial, mas este só tem água durante o degelo.

Eu estive lá em agosto de 2014, ou seja, era verão e época mais concorrida pelos turistas. Nesse período, o acesso aos Lagos é permitido somente através de transporte público. O nome da cidade ponto de partida é Cangas de Onis. Depois de certa hora, os automóveis particulares estão liberados para subir.

Foto tirada dedentro do carro. Há pingos de chuva no vidro e vacas pela estrada.

Subindo a montanha de carro. O sujeito desta frase sou eu, óbvio.

O lugar é um sonho. Um entorno detalhadamente cuidado. É natural mas, ao mesmo tempo, parece um ambiente cenográfico cuidadosamente projetado. A mais de 1000 metros de altura, é mesmo emocionante estar no meio daqueles prados verdinhos, com moitas de arbustos salpicadas aqui e ali e com suas florezinhas alegremente amarelas. Os lagos são plácidos e de cor azul acinzentado como eram os olhos da minha avó materna.

E, para todo lado que se olha, há uma vaquinha pastando. Costumam estar tão integradas ao ambiente que parecem ser naturalmente dali. Mas não. Todas têm donos, como é óbvio e como indicam seus sininhos amarrados nos pescoços e as etiquetas cravadas nas suas orelhas. Há uma temporada anual de pastos e, então, vacas e bois são levados para lá nessa época.

Recomendo ir no verão, que é quando estão as vacas, as flores e os dias longos. Como fui de carro, aproveitei apenas a parte final do dia. Quem preferir ficar mais tempo ali e usufruir da luz solar para tirar fotografias ou simplesmente curtir um calorzinho (entendam isto como algo muito positivo), pode utilizar o transporte público, como já mencionei e ir mais cedo.

Fiquem agora com algumas imagens daquele paraíso!

Mas, antes:

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Lagos de Covadonga

Website: www.lagoscovadonga.com

Blog: www.lagoscovadonga.com/blog

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Agora sim:

O Lago Ercina ao fundo e delicadas florezinhas de cor lilás.

O Lago La Ercina ao fundo e delicadas florezinhas de cor lilás.

Muitas e muitas vaquinhas!

Muitas e muitas vaquinhas!

Eu em primeiro plano e uma vaquinha em segundo.

Digam “mu!” e “xis” para a foto!

Foto de um cachorro branco no pasto e uma vaca ao fundo.

Cachorrinho se esbaldando no pasto!

Foto de uma vaca e flores amarelas ao fundo.

Fazendo-se de interessante.

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2 ideias sobre “o lado BUCÓLICO dos LAGOS DE COVADONGA

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