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No enquadramento, está a parte traseira e uma komvi, onde está escrito "Liverpool ice cream". Ao fundo, a cidade de Liverpool.

So cute! Um tipo de kombi que vende sorvetes. Ao fundo, o rio Mersey.

Passei uma tarde em Liverpool no estilo “vou dar um pulinho lá”. Explico. Fui de Madri a Nottingham visitar um amigo que estava fazendo aniversário. Como aquela é uma cidade pequena e eu fui para passar o fim de semana, o tempo deu e sobrou para conhecer Nottingham. Um dos dias foi usado, então, para dar uma chegadinha em alguma outra cidade próxima. A escolhida foi Liverpool.

Eu diante da porta da The Beatles Story.

Na porta da lojinha dos Beatles.

A viagem, de carro, durou em torno de 3 horas. A cidade de origem dos Beatles me pareceu muito charmosa, bastante limpa e com um descanso visual que só as cidades com mar tem. Além de o mar, em qualquer lugar do planeta, ser uma área que eu chamo de um “vazio cheio”, o passeio marítimo de Liverpool se caracteriza por apresentar amplas áreas vazias que, na minha opinião, proporcionam o descanso necessário à vista que se fatiga com a densidade de tantos edifícios juntos, como é comum em qualquer cidade grande.

Era domingo e Liverpool estava praticamente vazia. Não sei se isso é normal, mas só sei que foi assim, como diria o Chicó. Achei curioso pois a cidade tem relativamente bastante oferta de cultura. Mas, de fato, quem mora ali já deve ter dado tic na listinha de coisas para fazer em Liverpool faz tempo. E tive a impressão de que não recebe muitos turistas. E, quando recebe, vejam só, a turista que vos escreve “só deu um pulinho lá”.

Penso, no entanto, que existem diversos tipos de turismo. O meu, nesse caso, foi o do tipo “passar uma agradável tarde” em Liverpool.

Caminhei pelos principais pontos da cidade. Visitei a loja dos Beatles, mas não entrei no museu para ver a exposição. Não havia tempo e gastar 15 libras, só para dizer que fui, não me pareceu muito inteligente. De modo que um dia, se voltar, pretendo visitar o museu.

O ambiente urbano é predominantemente acinzentado, mas graciosamente enfeitado com cores. Havia bandeirinhas coloridas na região portuária e um navio em exposição a céu aberto decorado com padrões coloridos. Também me chamaram a atenção as kombis que passeavam pelas ruas, pintadas de cores chamativas, reproduzindo músicas dos Beatles e vendendo sorvete. Algo que seria bem típico de uma cidade do interior. Achei fofo.

Para a próxima vez que for ali, se houver próxima (espero que sim!), pretendo visitar o The Beatles Story Museum e o World Museum Liverpool, dedicado a egiptologia, etnologia e ciências naturais.

hhhh

Belo contraste de cores.

No enquadramento está uma cabeça de uma estátua de cavalos e, ao fundo se vê a cidade, com edifícios antigos e modernos. Tambem se vêem bandeirinhas coloridas enfeitando uma parte da cidade.

A escultura “Waiting”, de Judy Boyt, comemora 250 anos de serviço dos cavalos.

hhh

Ambiente agradável no Albert Dock, cais da cidade. No alto do Liver Building, à esquerda, está um pássaro emblemático de Liverpool.

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Albert Dock e o descanso visual de que eu precisava.

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Poucas pessoas em uma tarde de domingo.

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Kombi clássica anunciando a entrada para uma feira hippie.

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Arco Chinês na Chinatown.

 

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2 ideias sobre “o lado PULINHO de LIVERPOOL

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