Silhueta de homem sentado na proa do barquinho. Ao fundo, a praia.

Que belezas!

Gosta de lugares paradisíacos? Então, tenho um lugar fantástico para recomendar. A Praia do Sono, em Paraty!

É engraçado o fato de lugar paradisíaco sempre ser uma praia, não é verdade? Ninguém nunca se refere assim a uma montanha ou a uma lagoa, não sei por quê. E, fora do tema da natureza, um paraíso, dependendo da pessoa, pode ser também uma grande metrópole, cheia de movimento e pessoas e restaurantes. Enfim. Algo que me passou pela cabeça agora.

Mas eu admito que, para mim, um lugar paradisíaco é sim uma praia. Poderia ser também uma pradeira cheia de florezinhas amarelas e lagos glaciais. Ou um imenso jardim de tulipas multicoloridas! Ou a Confeitaria Beira-Mar, em Niterói, na hora do Chá da Tarde.

Mas vamos deixar de papo furado e voltar ao tema principal.

A Praia do Sono fica no município de Paraty, no Estado do Rio de Janeiro. Para chegar lá existem duas opções bem diferentes: ir fazendo uma trilha ou ir de barco.

Para aqueles que têm medo de trilha, uma ótima notícia: o seu percurso é super fácil. Mamão com açúcar, como se dizia no meu tempo. Aliás, eu sou uma pessoa medrosa com trilhas. Como já mencionei aqui no blog, eu não lido bem com desníveis. Saltar daqui para lá, de lá para cá, em cima de pedras, não é comigo. Mas, posso jurar, a trilha que dá acesso à Praia do Sono é moleza.

Além de ser moleza, o caminho é bem agradável e o entorno, belíssimo. É possível ir bem tranquilamente, apreciando a natureza. Disseram para mim que o percurso duraria 40 minutos mas, como eu fui parando, levou mais tempo.

A praia com água bem azul e espuma branca. A areia é bem fina. Ao fundo se vêem morros cobertos com vegetação e o céu azul.

Paraíso!

Ao final do trajeto, aquele deslumbramento! A praia, quase que intocada, tem um mar de um azul intenso e convidativo. Areia de grãos fininhos e carinhosos com os nossos pés, como é comum nas praias brasileiras.

Como não havia praticamente ninguém quando estive lá, foi bem impactante ver toda aquela paisagem natural quase que deserta. A escassez de pessoas reforçava o ar paradisíaco do lugar.

Algumas poucas casinhas me puxaram de volta à realidade. Eram as moradas de gente que vive ali, os chamados caiçaras, pessoas que trazem do mar o seu sustento. E o meu também, naquele dia! O prato feito com peixe fresquinho, salada, arroz e feijão caíram muito bem depois de um banho de mar delicioso.

Duas fotos combinadas. Em uma estou eu e minha mãe ao longe, caminhando entre casas. O chão é de terra e as casas são simples. O sol é poente e as sombras são longas. Na outra, estamos mais perto da câmera.

Passeio entre as casas que ficam atrás da praia.

Na hora de voltar, a opção da trilha foi descartada, pois já começava a escurecer. Vale lembrar que era agosto. Então, a alternativa foi o barco. Olha, e foi muito divertido!

O barquinho era pequeno e, aparentemente, instável diante daquelas ondas um tanto saidinhas. Mas, um pouco antes de pegá-lo, um rapaz que acho que era escoteiro, disse que os senhores que trabalham com esse transporte ali são altamente competentes. Que eles conhecem aquele mar como ninguém e que, se fosse realmente arriscado, eles jamais atravessariam.

Eu já estava tranquila com relação a isso. Fiquei ainda mais, depois das palavras daquele moço.

E a verdade é que foi uma delícia! Além de o Sr. Naninho, o dono do barco e quem o dirigia, ser muito simpático. Foi impressionante, para mim, ver como ele dominava bem o mar. Como ele contava as ondas e sabia exatamente quando avançar e quando se deixar levar. Adorei!

Claro que, para quem entende do assunto, a destreza do Sr. Naninho chama-se eficiência. Mas para mim, uma completa leiga, me pareceu fantástico.

Enfim, valeu muito toda a experiência. A trilha, a praia, a comida, o barco. Muito obrigada, Praia do Sono!

O mar bem azul, com espuma branca.

Azul, azul e mais azul.

Variada vegetação.

Exuberância.

Pratos feitos! Mmmmmmm…!

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