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O lado grandioso das Cataratas do Iguaçu.

Eu, em primeiro plano, com capa de chuva e, ao fundo, as cataratas.

Chiqueza nas Cataratas.

Nas duas vezes em que viajei com excursão, de Madri para outro país, conheci espanhóis que, ao saber que sou brasileira, me disseram, animados, que conheciam lugares do Brasil. Salvador, Rio, Pipa, Foz do Iguaçu e Manaus e a Floresta Amazônica eram alguns deles. E eu respondia, um pouco constrangida, que não conhecia nenhum desses lugares. Bom, o Rio, sim, mas, sendo eu de Niterói, conhecer o Rio não é um grande feito. Era quase minha segunda cidade, em muitas etapas da minha vida.

Também não fiquem achando que eu só me movi de Niterói para o Rio, por favor. Esta pessoa aqui que vos escreve já foi muito a São Paulo na infância (cidade dos sonhos para mim e meu irmão nessa fase), Paraty e Búzios, no Estado do Rio… Bom, São Gonçalo também. Bauru, interior de São Paulo, a gaúcha Santa Maria, a capixaba Vitória e a mineira Belo Horizonte. Todas para um encontro de estudantes de Design. E cidades históricas mineiras, como Tiradentes e Ouro Preto.

Mas foi em agosto de 2016, que eu finalmente saí da Região Sudeste para conhecer as famosas Cataratas do Iguaçu, no Paraná. Bom, já tinha saído, quando estive em Santa Maria, RS (óbvio que isto não são risos), mas tinha sido só uma vez. Continue lendo

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O lado medieval de uma praia.

Vista do alto da muralha da praia.

Começo falando de Barcelona. Mas todas as fotos são de Tossa de Mar!

Barcelona é uma cidade fantástica e é banhada pelo Mar Mediterrâneo que lhe confere temperaturas agradáveis de água. Não chega a ser morna como as águas das praias do México ou do Nordeste do Brasil. É uma água fresquinha, mas não gelada, como a das praias de Galícia. Quem já frequentou alguma praia galega sabe a que me refiro. Brrrrrrr!

O visual das praias barcelonesas, no entanto, pode deixar a desejar para nós, brasileiros. É que não existem muitos acidentes geográficos em volta. Então, o que se tem é areia, céu e mar. Tudo bem, estes são os componentes principais e característicos de uma praia. Mas é que nós estamos acostumados com umas firulinhas mais. Um morro, uma montanha, uma floresta, umas árvores garbosas, uma saliência do continente mar adentro. Continue lendo

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O lado abraçante de Trindade

O mar azul em um dia de sol. A espuma que chega do mar à areia é branca e limpa. Uma parte de um monte está como que lançado ao mar e revestido de uma vibrante e verde vegetação.

Praia de Fora, um exemplo claro de um abraço de uma praia. ;-)

Pensando e me lembrando de Trindade agora, tenho a inevitável necessidade de expressar minha sensação ao estar em algumas de suas exuberantes praias. Não se trata de empregar, simplesmente, adjetivos que qualificariam sua aparência. Trindade nos presenteia com redutos de pura paz, vida e aconchego. Eu me sinto abraçada lá. Em um outro post, comentei que as praias de Formentera, na Espanha, são lindas e paradisíacas, mas que não têm esse abraço a que me refiro. Continue lendo

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O lado museu de uma praia

Imagem da praia, vista do alto de uma pedra. Vêem-se seis rochas de uns 15 m de altura em média. São rochas com várias camadas e "esculpidas" pela erosão. Pela areia, pessoas em fila passeiam.

Incomum e linda praia.

Mar, areia, verão. Praia. Um lugar para esticar a canga no chão, deitar e apreciar o entorno. Nadar um pouco, quem sabe?

Na Playa de Aguas Santas ou, como é mais conhecida, Playa de las Catedrales (Praia das Catedrais, em Galego), o panorama é bem diferente. Nada de biquínis ou sungas ou coisa que os valha, nem cangas ou toalhas, muito menos guarda-sol. Ninguém jogando com bola ou peteca e nenhuma criança brincando de fazer castelinhos de areia. Continue lendo

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O lado paradisíaco de Formentera

Uma ilha ao horizonte. O mar é transparente perto da costa e azul de diferentes tons mais ao longe.

Praia de Illetes (pronuncia-se Ilhetas). As águas mais cristalinas que já vi.

A primeira vez que fui a Formentera foi em 2009. Minha intenção era conhecer Ibiza e, estando lá, me lembrei da recomendação de uma das meninas que dividiam apartamento comigo em Barcelona: “Aproveita para visitar Formentera. Está perto de Ibiza e é muito bonita.” E lá fui eu, conhecer essas duas ilhas pertencentes à comunidade autônoma das Ilhas Baleares, na Espanha. Continue lendo

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O lado aconchegante das Highlands

Eu no alto de uma montanha nas highlands.

Pessoa que vai temática fazer turismo na Escócia. Dêem uma gaita de foles para ela!

Muitos despertares ao raiar da aurora. Se, nos verões grego e egípcio, me levantava cedo para visitar os pontos turísticos antes das 15h com o objetivo de não ser esturricada pelo calor do Sol, no outono escocês o motivo do alarme tão cedinho era outro: conseguir aproveitar ao máximo os tenros raios solares que tocam essa parte do planeta naquela estação do ano. E tão prontamente se vão, trazendo o início da noite às 16h da tarde.

Um grande sacrifício não era, em realidade. Mas o esforço, ainda que nada dramático, dava um ar de recompensa aos lugares visitados. Continue lendo

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O lado bucólico dos Lagos de Covadonga

Foto de um dos lagos e um vaca pastando.

Paisagem fenomenal. Lago Enol e uma vaquinha asturiana.

Pense em Espanha. O que vem à sua cabeça? Madri, Barcelona, Sevilha, Granada. Estas são as cidades mais destacadas nos roteiros de viagem e no imaginário popular turista. Pois hoje vamos mudar isso. Vamos falar do norte deste heterogêneo país.

Eu poderia dizer milhões de coisas sobre as comunidades autônomas do norte. Mas vou me fixar somente em Astúrias. Eu poderia dizer milhões de coisas sobre Astúrias, mas vou me concentrar somente nos Lagos de Covadonga. É um lugar que merece ser conhecido. E você,  – você mesmo! – merece conhecê-lo. Continue lendo

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