Arquivo da categoria: viagens

O lado maluca da Adriana.

Eu em primeiro plano e a Esfinge de Gizé ao fundo.

Zerei a vida. Nada mais a declarar. A Esfinge e eu.

O dia da visita à famosa Esfinge de Gizé foi o mesmo dia da ida às grandes pirâmides. Digo “famosa” porque existem muitas e muitas delas, mas esta é aquela a que as pessoas se referem como “a Esfinge”, dando-lhe um ar de exclusividade, embora não seja assim.

O nome esfinge é de origem grega e foi atribuído às esfinges egípcias devido a relativa semelhança que têm com as gregas. Ou seja, essa particular miscelânea de corpos de diferentes seres em uma criatura só. Continue reading “o lado MALUCA da ADRIANA” »

O lado Roma da civilização.

A Fontana di Trevi vista de frente. Aparece um pouco da água, verde. Mas o destaque é para as esculturas da fonte.

Netuno esplendoroso com seus “cavalos” (metade cavalos e metade criaturas marinhas). Ao fundo, Abundância e Saúde.

Céu azul sem uma nuvem sequer. Gente nas ruas. Pessoas felizes. Pessoas cantando na parte externa de um bar. Ruelas acolhedoras e cheias de histórias para contar. Aromas que falam direto ao estômago. Sorrisos! Calor mais agressivo do que o desejável. Sorvetes que estão ali para dar uma ajudinha nisso. Mmmmm…! Sorvetes! Os melhores da minha vida.

Os dias que passei em Roma, em julho de 2009, foram alguns dos mais agradáveis e memoráveis da minha existência. Roma não é uma cidade qualquer. Continue reading “o lado ROMA da CIVILIZAÇÃO” »

O lado paradisíaco de Formentera

Uma ilha ao horizonte. O mar é transparente perto da costa e azul de diferentes tons mais ao longe.

Praia de Illetes (pronuncia-se Ilhetas). As águas mais cristalinas que já vi.

A primeira vez que fui a Formentera foi em 2009. Minha intenção era conhecer Ibiza e, estando lá, me lembrei da recomendação de uma das meninas que dividiam apartamento comigo em Barcelona: “Aproveita para visitar Formentera. Está perto de Ibiza e é muito bonita.” E lá fui eu, conhecer essas duas ilhas pertencentes à comunidade autônoma das Ilhas Baleares, na Espanha. Continue reading “o lado PARADISÍACO de FORMENTERA” »

O lado amostrinha de Santorini

Vista aérea da parte da ilha onde estão os teleféricos. Vêem-se as típicas casinhas brancas, o mar bem azul e as rochas vulcânicas de que são feitas as ilhas do arquipélago.

Arquitetura típica. Um ar de bem estar e tranquilidade.

Era a última parada do cruzeiro pelas ilhas gregas. Um dos lugares mais comentados e pelo qual eu tinha bastante curiosidade.

Mal suas rochas vulcânicas despontaram no horizonte, todos — ou quase todos — os viajantes do navio largaram o que estavam fazendo (tomando sol ou comendo, provavelmente) para se debruçar na proa a fim de apreciar a impressionante paisagem que se apresentava. Continue reading “o lado AMOSTRINHA de SANTORINI” »

O lado aconchegante das Highlands

Eu no alto de uma montanha nas highlands.

Pessoa que vai temática fazer turismo na Escócia. Dêem uma gaita de foles para ela!

Muitos despertares ao raiar da aurora. Se, nos verões grego e egípcio, me levantava cedo para visitar os pontos turísticos antes das 15h com o objetivo de não ser esturricada pelo calor do Sol, no outono escocês o motivo do alarme tão cedinho era outro: conseguir aproveitar ao máximo os tenros raios solares que tocam essa parte do planeta naquela estação do ano. E tão prontamente se vão, trazendo o início da noite às 16h da tarde.

Um grande sacrifício não era, em realidade. Mas o esforço, ainda que nada dramático, dava um ar de recompensa aos lugares visitados. Continue reading “o lado ACONCHEGANTE das HIGHLANDS” »

Imagem feita a partir de textos.

Faltava ainda meia hora para a partida do trem. Cheguei com antecedência porque prefiro chegar com tempo, fazer um reconhecimento do local, averiguar direito para onde tenho que ir… Sabe como é. Detesto ter que agir sob pressão. Podendo evitar, é o que faço.

Apesar das placas na estação de trem Termini, em Roma, estarem em italiano, não foi difícil encontrar o “binario” que me correspondia. Ou seja, a plataforma onde estaria o trem que eu deveria tomar para ir ao aeroporto e pegar o avião de volta a Barcelona, onde eu morava naquela época, em 2009.

E o trem já estava lá. “Que maravilha!”, pensei. “Vou entrar e espero lá dentro.” Validei a minha passagem e entrei. Tomei assento e ali fiquei, revendo as fotos que havia tirado nos quatro excelentes dias que passei naquela cidade, pelo visor da máquina fotográfica.

Duas fotos, uma ao lado da outra. Na primeira estou eu em uma autofoto, só o rosto, e parte do Coliseo atrás. Na segunda, estou de corpo inteiro e o Coliseo atrás e outros turistas.

Com o Coliseu, em dois dias diferentes!

Vi e revi as fotos, bebi água, fiquei um tempo parada e refletindo olhando pela janela do trem. E as pessoas chegavam e chegavam. Até que deu a hora da partida. Continue reading “o lado TEATRAL de ROMA” »

O lado fofo de uma lembrança.

Foto do Lago Ness em um dia nublado. Árvores em volta e gramado.

Ei! Alguém aí?! Em Loch Ness.

Quando eu era criança, o meu dinossauro preferido era o plesiossauro. Meu irmão e eu tínhamos uma enciclopédia de História Natural onde havia uma ilustração desse animal gigante, verde, com pescoço comprido, patas de nadadeiras e boca cheia de dentes pontiagudos que me causava um misto de admiração e medo. Já me disseram que ele não é exatamente um dinossauro, ou seja, não se encaixa nessa definição, mas tudo bem. Para mim, é dinossauro sim. Dino significa terrível. Sauro quer dizer lagarto. Vai me dizer que o plesiossauro é um fofo? Não. Então é dinossauro e pronto. Humpf! Continue reading “o lado FOFO de uma LEMBRANÇA” »