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O lado machista de uma mesquita

hhh

Allah la ôôô ôôô ôô… Mas que calor ôôô ôôô…

Mais um dia de passeios na cidade do Cairo. A estrela do tour era a gigante Mesquita de Mohammed Ali, muito conhecida também por Mesquita de Alabastro devido às suas extensas paredes revestidas por esse tipo de pedra.

Até aquele momento, não havíamos entrado em nenhum templo islâmico, embora já estivéssemos há quatro dias conhecendo o Egito. Continue lendo

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O lado bundas e pechinchas do Egito

Eu em uma rua no centro histórico do Cairo, à noite. Estou diante de uma loja de luminárias, que estão acesas.

No centro histórico do Cairo. Belíssimas luminárias a venda.

Quando formalizei minha viagem ao Egito, tal qual cachorro alucinado com o anúncio do passeio à rua, comecei a contar a grande novidade para algumas pessoas da minha convivência (próxima ou distante). Alguns disseram que eu era maluca de ir sozinha diante da confusão política de lá, outros disseram que eu era maluca mesmo indo com excursão, outros expressaram sua felicidade ao saber da novidade. Houve também quem dissesse que já havia ido a esse país e adorado.

E houve quem me alertasse para um possível acontecimento: “Cuidado lá, que os egípcios passam a mão nas bundas das mulheres.” Foi o que me falaram aqui na Espanha. Continue lendo

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O lado maluca da Adriana.

Eu em primeiro plano e a Esfinge de Gizé ao fundo.

Zerei a vida. Nada mais a declarar. A Esfinge e eu.

O dia da visita à famosa Esfinge de Gizé foi o mesmo dia da ida às grandes pirâmides. Digo “famosa” porque existem muitas e muitas delas, mas esta é aquela a que as pessoas se referem como “a Esfinge”, dando-lhe um ar de exclusividade, embora não seja assim.

O nome esfinge é de origem grega e foi atribuído às esfinges egípcias devido a relativa semelhança que têm com as gregas. Ou seja, essa particular miscelânea de corpos de diferentes seres em uma criatura só. Continue lendo

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O lado engarrafado do Cairo.

Trânsito na cidade do Cairo.

Embora o Egito seja um país repleto de lugares únicos como os complexos arqueológicos com seus templos, pirâmides e colossos, devo dizer que vi lá muitas coisas semelhantes ao que conheço do Brasil. Na cidade do Cairo, por exemplo.

Depois do cruzeiro, que terminou em Assuã, pegamos um avião com destino ao Cairo, onde se daria a segunda parte da excursão. Chegamos ali às 15h. Agora éramos somente cinco pessoas no grupo: apenas uma família moradora de Madri (pai, mãe, filha e filho adolescentes) e eu.

Ao desembarcar, um novo guia nos recepcionou e nos levou até uma van que nos conduziria aos hotéis, previamente reservados pela agência de Madri. A minha reserva era em um hotel na área das pirâmides. Já a tal família estava em um outro hotel, mais para o centro do Cairo. Até aí, nada de mais. Continue lendo

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