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O lado original do macaron.

Vários macarons, de diversas cores, em uma caixa.

Quase colecionáveis. :-)

Para mim, é quase impossível dissociar a bela cidade de Paris dos elaborados, saborosos e também belos docinhos que se produzem ali. Uma das melhores coisas a fazer na cidade é caminhar pelas suas ruas e parques, apreciando os detalhes e sentindo a vida que corre nessa grande metrópole.

Sendo assim, é inevitável deparar-se com apetitosas vitrines que exibem doces e tortas que mais parecem obras de arte. Mesmo que não se coma, o prazer da visão já é satisfeito. Mas quem quer só satisfazer a visão, não é?

Um dos docinhos mais conhecidos é o macaron. A primeira vez que ouvi esse nome fiquei intrigada, já que não remete a nada do mundo das sobremesas. Macaron lembra muito macarrão. Como adoro assistir a documentários sobre comida, logo me informei de que o motivo é que a sua origem é italiana e macaron vem de “macarrone”, palavra italiana para designar massa.

Mas, se o macaron veio da Itália, como foi que ele se transformou em praticamente um símbolo da França? Aí é que está! Continue lendo

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O lado clichê do Louvre.

A pirâmide do Louvre, no pátio externo do museu, enquanto não havia ninguém lá. Vê-se uma nuvem mais escura acima da pirâmide, com uma outra menor, abaixo da grande.

Silêncio. Pirâmide do Louvre pensando. Momento raro sem ninguém por ali.

Quem já esteve na área externa do Palácio do Louvre, onde está o Museu do Louvre, deve ter notado uma considerável quantidade de pessoas subindo em uma espécie de “frade” de metal, desses que servem para impedir o trânsito de automóveis nas calçadas. Além de estarem empoleiradas, as pessoas também alçavam um dos braços e torciam a munheca para baixo, deixando a mão em forma de concha. Continue lendo

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O lado hakuna matata da Sacre Coeur

A basílica de Sacre Coeur e parte de sua escadaria, cheia de gente.

Na primeira vez em que estive em Paris, fui visitar a Sacré Coeur como tinha de ser. Um dos principais pontos turísticos parisienses, a basílica está situada no topo de Montmartre, o ponto mais alto da cidade.

Sempre achei que a sua arquitetura remetia a algo oriental. Na verdade, sua origem não tem nada a ver com o Oriente, exceto pelo fato de seu arquiteto, Paul Abadie, tê-la projetado seguindo um estilo romano e bizantino. O Império Bizantino é a continuação do Império Romano, sendo que a sua capital era Constantinopla, atualmente conhecida como Istambul. Ou seja, algo de oriental tem. Continue lendo

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O lado assustador de Paris

Foto de Paris do alto da Catedral de Notre Dame. Vê-se um pátio com muitas pessoas, o rio, muito edifícios e, ao fundo, a Torre Eiffel.

Do alto da Catedral de Notre Dame.

Dia desses estava tomando café com uma amiga que recentemente esteve em Paris. Falávamos sobre como a cidade é cara e um simples copo de suco de laranja pode vir acompanhado de uma conta de 8 euros. Oito euros!

É uma das cidades para onde é mais difícil conseguir alojamento bom e barato perto do centro. A outra é Londres. Mas o assunto era Paris. E eu estava lembrando de como, por exemplo, a alimentação à base de crepes de rua é o que há. Reservava um dinheiro apenas para, um dia, almoçar em um restaurante e ter uma experiência gastronômica para além do mundo dos crepes. Ainda bem que existem vários recheios.

Mas o lado assustador do título não se refere aos preços. Isso porque eu já tinha uma noção de como seria esse assunto por lá. Continue lendo

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O lado poético de Paris

Foto de detalhe da Torre Eiffel vista de baixo.

Feita de peças de ferro e milhões de rebites. E com a delicadeza de um bordado inglês.

Eu já havia estado lá antes. Resolvi voltar em 2012. Não era a minha ideia inicial de destino de férias, pois estava pensando em visitar alguns amigos e familiares na Espanha e aproveitar para conhecer lugares novos. Novos para mim, claro.

Naquela época, eu fazia aulas de sapateado em Niterói e o espetáculo anual de final de ano teria como tema Paris. A minha querida professora, sabendo que eu viajaria de férias para a Europa, me perguntou se eu iria à cidade luz. Eu disse que não estava nos meus planos. Ao que ela me respondeu: “Adriana, Paris sempre está nos planos.” Continue lendo

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