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O lado abraçante de Trindade

O mar azul em um dia de sol. A espuma que chega do mar à areia é branca e limpa. Uma parte de um monte está como que lançado ao mar e revestido de uma vibrante e verde vegetação.

Praia de Fora, um exemplo claro de um abraço de uma praia. ;-)

Pensando e me lembrando de Trindade agora, tenho a inevitável necessidade de expressar minha sensação ao estar em algumas de suas exuberantes praias. Não se trata de empregar, simplesmente, adjetivos que qualificariam sua aparência. Trindade nos presenteia com redutos de pura paz, vida e aconchego. Eu me sinto abraçada lá. Em um outro post, comentei que as praias de Formentera, na Espanha, são lindas e paradisíacas, mas que não têm esse abraço a que me refiro. Continue reading “o lado ABRAÇANTE de TRINDADE” »

O lado assustador de Paris

Foto de Paris do alto da Catedral de Notre Dame. Vê-se um pátio com muitas pessoas, o rio, muito edifícios e, ao fundo, a Torre Eiffel.

Do alto da Catedral de Notre Dame.

Dia desses estava tomando café com uma amiga que recentemente esteve em Paris. Falávamos sobre como a cidade é cara e um simples copo de suco de laranja pode vir acompanhado de uma conta de 8 euros. Oito euros!

É uma das cidades para onde é mais difícil conseguir alojamento bom e barato perto do centro. A outra é Londres. Mas o assunto era Paris. E eu estava lembrando de como, por exemplo, a alimentação à base de crepes de rua é o que há. Reservava um dinheiro apenas para, um dia, almoçar em um restaurante e ter uma experiência gastronômica para além do mundo dos crepes. Ainda bem que existem vários recheios.

Mas o lado assustador do título não se refere aos preços. Isso porque eu já tinha uma noção de como seria esse assunto por lá. Continue reading “o lado ASSUSTADOR de PARIS” »

O lado curioso de Paraty

Foto da Praça da Matriz de dia. Muito ensolarado. Vê-se a igreja.

A Igreja de Santa Rita de Cássia estava linda, combinando com o dia colorido e ensolarado.

No último inverno do hemisfério sul, estive passando uns dias em Paraty, Estado do Rio de Janeiro. E muito se engana quem pensa que a palavra “inverno” tem um significado negativo neste contexto de férias e cidade com praia. Paraty estava muito bonita. Além das belas fachadas de arquitetura típica do período colonial do Brasil, o sol brilhava linda e incessantemente. Durante o dia, lógico.

Devido a um contratempo em uma cidade próxima chamada Frade, a chegada, prevista para as 11h da manhã, foi atrasada para as 16h. E aí, já viu, né? Continue reading “o lado CURIOSO de PARATY” »

O lado pessoal de Stonehenge

Foto de Stonehenge ao longe, rodeada de visitantes. Vê-se um gramado ver de um céu com nuvens escuras.

Parece que o ritual de hoje em dia é caminhar em volta das misteriosas pedras.

Um amigo meu me perguntou o que senti ao estar diante de Stonehenge. E eu lhe respondi que eu me senti dentro de um livro. Que era um daqueles lugares que, para mim, pareciam inalcançáveis quando criança.

Com essa resposta, fica claro que o meu interesse com relação ao famoso alinhamento megalítico era pessoal e emocional. Não sou historiadora, nem geóloga, antropóloga ou algo do tipo. Sou apenas o resultado de uma criança curiosa que viajava nas páginas de enciclopédias e revistas. Continue reading “o lado PESSOAL de STONEHENGE” »

O lado museu de uma praia

Imagem da praia, vista do alto de uma pedra. Vêem-se seis rochas de uns 15 m de altura em média. São rochas com várias camadas e "esculpidas" pela erosão. Pela areia, pessoas em fila passeiam.

Incomum e linda praia.

Mar, areia, verão. Praia. Um lugar para esticar a canga no chão, deitar e apreciar o entorno. Nadar um pouco, quem sabe?

Na Playa de Aguas Santas ou, como é mais conhecida, Playa de las Catedrales (Praia das Catedrais, em Galego), o panorama é bem diferente. Nada de biquínis ou sungas ou coisa que os valha, nem cangas ou toalhas, muito menos guarda-sol. Ninguém jogando com bola ou peteca e nenhuma criança brincando de fazer castelinhos de areia. Continue reading “o lado MUSEU de uma PRAIA” »

O lado confuso de Veneza

Foto de um porto de gôndolas sem gondoleiros e nem passageiros.

“Gôndola, gôndola, gôndola!”, gritam os gondoleiros. Mas estas estavam descansando. ;)

Conheci Veneza em julho de 2012, quando tive férias do meu trabalho no Rio. Fui do Rio a Barcelona ver uns amigos e tinha como plano ir também ao norte da Espanha ver minha família. E reservei uns dias das férias para Paris e Veneza.

Paris eu já conhecia e fui, novamente, influenciada pelo tema do espetáculo de sapateado que eu estava ensaiando aquele ano. E Veneza era uma cidade que eu não conhecia e, por ser tão cheia de detalhes e cores, me pareceu bastante apropriada para fazer dupla com Paris. Continue reading “o lado CONFUSO de VENEZA” »

O lado estivador da Adriana

Imagem feita a partir de desenhos que representam malas de viagem.

Tenho um amigo que viaja o mundo apenas usando milhas acumuladas e estrategicamente multiplicadas. O cara é um ás dos programas de milhagens. O cérebro dele já está preparado para vislumbrar a melhor solução, o melhor caminho até o destino almejado, através das vantagens oferecidas por esses programas de pontos, sem gastar nada mais.

Já foi três vezes à Europa de graça, enquanto que pobres Homo sapiens continuam gastando os tubos para se dar esse prazer do turismo. Sim, porque ele deve ser de outra espécie que não a nossa. Seu cérebro certamente está adaptado de maneira incomum, que lhe proporciona fazer sinapses que vocês e eu, meus queridos, não fazemos. Ah, não fazemos não. Continue reading “o lado ESTIVADOR da ADRIANA” »