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O lado poético de Míkonos

A Pequena Veneza. Uma calçadinha estreita, de pedras. Casinhas brancas. Cadeiras para as pessoas sentarem e admirarem o mar, que está rente à calçada. Pessoas na calçada e nas cadeiras. Os moinhos estão ao fundo e o mar está levemente agitado.

Que visão!

Míkonos foi a primeira parada do cruzeiro marítimo que fiz pelas Ilhas Gregas em agosto de 2013. O navio tinha partido de Atenas, bem cedinho. Não me lembro da hora, mas era bem cedo sim.

E foi à tardinha que atracamos em Míkonos, uma das mais conhecidas ilhas do Mar Egeu. O sol estava brilhando ainda e, no céu, quase não havia nuvens. Mas já se notava que, em algumas horas, ele iria desaparecer, sabem como? A sua luz estava naquela fase alaranjada. Não ele, mas a luz mesmo. Estava bonita, envolvia a todas as pessoas (e gatos) e, a todos, nos embelezava.

O porto da cidade é tão gracioso que, quando saímos do navio, estivemos um bocado de tempo admirando o entorno e tirando fotos. Ah, esqueci de dizer que, Continue lendo

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Eu entre os dois Colossos de Mêmnon.

Os [três] Colossos de Mêmnon. Um momento nada humilde.

Colossos de Mêmnon… A primeira coisa que devo dizer é que “Mêmnon” é uma figura da mitologia grega. E esses colossos estão em Lúxor, no Egito.

Ocorre que, mais de mil anos depois da construção do templo, visitantes gregos chegaram ao local e atribuíram a existência das duas estátuas gigantes ao rei etíope Mêmnon, personagem mitológico que ajudou o rei de Tróia a combater os gregos. Continue lendo

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O lado atual do Nilo

O rio e o céu azuis. E, na linha do horizonte, uma estreita faixa de areia e uma de vegetação. A areia e a vegetação são refletidas na água do rio.

Rio que se confunde com o céu. Uma das muitas faces do Nilo.

Durante quatro dias o Nilo foi a minha casa. Em abril de 2014, algo que eu, antigamente, apenas imaginava aconteceu. Eu fazia, na ocasião, um cruzeiro por esse rio tão conhecido.

“Qual é o maior rio do mundo?” Perguntinha que ouvi com certa frequência no colégio, em programas de televisão e em reuniões familiares. Minha família é esquisita.

A resposta sempre envolvia o Nilo ou o Amazonas ou os dois. Eu me lembro de que também se falava sobre os quesitos extensão e volume de água. De lá para cá, muita coisa mudou. Parâmetros, nascentes… E eu não sei, afinal, a que conclusão se chegou. Mas não importa qual é o maior. Pelo menos, para mim, não. Continue lendo

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O lado crocodiliano de Kom Ombo

Ruínas do Templo de Kom Ombo e alguns turistas em um final de tarde ensolarado.

Ruínas do Templo e bastantes turistas em comparação a outros lugares do Egito.

Uma das coisas que eu previa ver no Egito eram múmias. Natural, não? Desde criança estamos acostumados a associar o Antigo Egito a esse modo de eternizar-se dos faraós. Porém, algo que me surpreendeu bastante foram as múmias de crocodilos que vi no museu do sítio arqueológico de Kom Ombo.

Kom Ombo é uma cidade que se situa às margens do Nilo e foi uma das paradas do cruzeiro que fiz por esse rio. É lá onde está o Templo de Kom Ombo, construído há 2000 anos e que tem a peculiaridade de ter sido idealizado para a reverência a dois deuses: Horus, o deus falcão e Sobek, o deus crocodilo. Continue lendo

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O lado amostrinha de Santorini

Vista aérea da parte da ilha onde estão os teleféricos. Vêem-se as típicas casinhas brancas, o mar bem azul e as rochas vulcânicas de que são feitas as ilhas do arquipélago.

Arquitetura típica. Um ar de bem estar e tranquilidade.

Era a última parada do cruzeiro pelas ilhas gregas. Um dos lugares mais comentados e pelo qual eu tinha bastante curiosidade.

Mal suas rochas vulcânicas despontaram no horizonte, todos — ou quase todos — os viajantes do navio largaram o que estavam fazendo (tomando sol ou comendo, provavelmente) para se debruçar na proa a fim de apreciar a impressionante paisagem que se apresentava. Continue lendo

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O lado gincana do cruzeiro pelas ilhas gregas.

Navio atracado em Kusadasi, Turquia.

Louis Cruises Olympia, atracado em Kusadasi, Turquia. Na segunda fileira, de baixo para cima, de janelinhas circulares, ali estava o meu humilde quartinho.

Ao retornar da Grécia, ainda me sentia como se estivesse no navio, balançando. Seria normal? Se continuasse assim, eu ia ter que me mudar para dentro de um, pois lá eu já estava acostumada a sentir o balanço. Mas em terra não, demorou um pouco até que parasse essa sensação.

Paguei um pacote de bebidas não alcoólicas por 47 euros para os 4 dias, um pouco antes de embarcar no navio da Louis Cruises. Continue lendo

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O lado prático da viagem à Grécia.

Bom, normalmente, eu planejo as viagens por minha conta, ou seja, eu mesma compro as passagens e reservo hotel e decido os passeios. Eu também estou acostumada a viajar sozinha e não vejo problema nisso. No entanto, para ir à Grécia, confesso que estava um pouco com medo de ir sem ninguém. Isso pelo que eu via na televisão sobre as manifestações que aconteceram lá, embora seja só um recorte da situação como um todo. E também porque eu não sabia o que eu ia encontrar por lá em termos de infraestrutura.

Então, por causa disso, fui a uma agência de viagens procurar um pacote que tivesse excursão, para eu poder estar com um grupo e, assim, não estar sozinha. Além disso, as passagens Madri-Atenas estavam caras. Mesmo as mais baratas eram caras. Eu costumo viajar em companhias low cost, mas não havia passagens dessas para lá. Então, pensei “Se é para gastar, vou gastar direito”. E fui à agência. Acabou que eu fui seduzida por um pacote ultra completo e não resisti aos encantos do mesmo.

A viagem foi divida em três partes: Atenas, Peloponeso+Meteora e Cruzeiro pelas ilhas. Situando no tempo, isso foi no final de julho e início de agosto de 2013.

ATENAS

Odeon, teatro antigo.

O Odeon de Herodes Atticus, em Atenas.

Fiquei em um hotel chamado Titania, muito bem localizado. Continue lendo

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