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O lado fascinante do Templo de Karnak.

O Templo de Karnak foi um dos primeiros templos que visitei no Egito, na viagem que fiz a esse país em 2014. É bem capaz de ter sido o primeiro mesmo. Se não foi ele, foi o Templo de Lúxor. Os dois ficam na cidade que dá nome a este último, ou seja, a cidade de Lúxor! E era ali onde o navio do cruzeiro pelo Nilo estava atracado.

Imaginem que emoção. Estar dentro de um templo do Antigo Egito! Isso, para mim, é quase o mesmo que visitar outro planeta. Porque o Egito, atualmente, já é bem diferente do que estou acostumada a ver e vivenciar. Há algumas semelhanças, claro, com lugares do Brasil. A existência de engarrafamentos monstro é uma delas. Mas, no geral, é bem diferente. E eu acho isso maravilhoso!

E o que dizer de estar em um resquício do Mundo Antigo, que começou a ser construído há mais de 4 mil anos? É como voltar no tempo, bisbilhotar uma realidade completamente alheia. Continue lendo

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O lado machista de uma mesquita

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Allah la ôôô ôôô ôô… Mas que calor ôôô ôôô…

Mais um dia de passeios na cidade do Cairo. A estrela do tour era a gigante Mesquita de Mohammed Ali, muito conhecida também por Mesquita de Alabastro devido às suas extensas paredes revestidas por esse tipo de pedra.

Até aquele momento, não havíamos entrado em nenhum templo islâmico, embora já estivéssemos há quatro dias conhecendo o Egito. Continue lendo

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Eu entre os dois Colossos de Mêmnon.

Os [três] Colossos de Mêmnon. Um momento nada humilde.

Colossos de Mêmnon… A primeira coisa que devo dizer é que “Mêmnon” é uma figura da mitologia grega. E esses colossos estão em Lúxor, no Egito.

Ocorre que, mais de mil anos depois da construção do templo, visitantes gregos chegaram ao local e atribuíram a existência das duas estátuas gigantes ao rei etíope Mêmnon, personagem mitológico que ajudou o rei de Tróia a combater os gregos. Continue lendo

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O lado atual do Nilo

O rio e o céu azuis. E, na linha do horizonte, uma estreita faixa de areia e uma de vegetação. A areia e a vegetação são refletidas na água do rio.

Rio que se confunde com o céu. Uma das muitas faces do Nilo.

Durante quatro dias o Nilo foi a minha casa. Em abril de 2014, algo que eu, antigamente, apenas imaginava aconteceu. Eu fazia, na ocasião, um cruzeiro por esse rio tão conhecido.

“Qual é o maior rio do mundo?” Perguntinha que ouvi com certa frequência no colégio, em programas de televisão e em reuniões familiares. Minha família é esquisita.

A resposta sempre envolvia o Nilo ou o Amazonas ou os dois. Eu me lembro de que também se falava sobre os quesitos extensão e volume de água. De lá para cá, muita coisa mudou. Parâmetros, nascentes… E eu não sei, afinal, a que conclusão se chegou. Mas não importa qual é o maior. Pelo menos, para mim, não. Continue lendo

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O lado crocodiliano de Kom Ombo

Ruínas do Templo de Kom Ombo e alguns turistas em um final de tarde ensolarado.

Ruínas do Templo e bastantes turistas em comparação a outros lugares do Egito.

Uma das coisas que eu previa ver no Egito eram múmias. Natural, não? Desde criança estamos acostumados a associar o Antigo Egito a esse modo de eternizar-se dos faraós. Porém, algo que me surpreendeu bastante foram as múmias de crocodilos que vi no museu do sítio arqueológico de Kom Ombo.

Kom Ombo é uma cidade que se situa às margens do Nilo e foi uma das paradas do cruzeiro que fiz por esse rio. É lá onde está o Templo de Kom Ombo, construído há 2000 anos e que tem a peculiaridade de ter sido idealizado para a reverência a dois deuses: Horus, o deus falcão e Sobek, o deus crocodilo. Continue lendo

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O lado bundas e pechinchas do Egito

Eu em uma rua no centro histórico do Cairo, à noite. Estou diante de uma loja de luminárias, que estão acesas.

No centro histórico do Cairo. Belíssimas luminárias a venda.

Quando formalizei minha viagem ao Egito, tal qual cachorro alucinado com o anúncio do passeio à rua, comecei a contar a grande novidade para algumas pessoas da minha convivência (próxima ou distante). Alguns disseram que eu era maluca de ir sozinha diante da confusão política de lá, outros disseram que eu era maluca mesmo indo com excursão, outros expressaram sua felicidade ao saber da novidade. Houve também quem dissesse que já havia ido a esse país e adorado.

E houve quem me alertasse para um possível acontecimento: “Cuidado lá, que os egípcios passam a mão nas bundas das mulheres.” Foi o que me falaram aqui na Espanha. Continue lendo

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