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Os dois lados de Rodes.

Eu, no porto de Rodes. Vê-se o mar bem azul, mais para o tom escuro. O céu azul claro e sem nuvens. A cidade amuralhada ao fundo.

Uma jovem loba do mar!

A Grécia tem uma verdadeira coleção de ilhas. Todas belas e paradisíacas, coloridas com aqueles azuis vivos e abençoadas com um clima maravilhoso no verão. Ocorre, porém, que nem todas são badaladas. E isso é bom para aqueles que querem ter a alternativa aos grandes burburinhos.

Pelo jeito como estou escrevendo, parece que eu conheço alguma dessas ilhas secretas e resguardadas da maioria dos turistas. Mas não. Sei que existem, mas quando estive na Grécia, visitei logo as mais famosas e movimentadas. Afinal, fiz um cruzeiro pelas ilhas e, normalmente, os seus itinerários procuram atender a demanda da maioria dos consumidores. E, sim, eu fazia parte desse grupo. Eu queria conhecer Míkonos e Santorini. Não queria conhecer Pelekas, em Corfu, por exemplo, naquele momento. Não inventei esses nomes não, tá?

E, confessando a minha ignorância aqui, eu não sabia da existência de nenhuma das ilhas que figuravam no itinerário. Só conhecia os nomes Míkonos e Santorini mesmo. “Rodes? Que lugar é esse? Nunca ouvi falar, mas a programação diz que vamos passar um dia inteiro lá!”, pensei eu, lendo o folheto que informava sobre as paradas do navio. Continue reading “os DOIS lados de RODES” »

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O lado poético de Míkonos

A Pequena Veneza. Uma calçadinha estreita, de pedras. Casinhas brancas. Cadeiras para as pessoas sentarem e admirarem o mar, que está rente à calçada. Pessoas na calçada e nas cadeiras. Os moinhos estão ao fundo e o mar está levemente agitado.

Que visão!

Míkonos foi a primeira parada do cruzeiro marítimo que fiz pelas Ilhas Gregas em agosto de 2013. O navio tinha partido de Atenas, bem cedinho. Não me lembro da hora, mas era bem cedo sim.

E foi à tardinha que atracamos em Míkonos, uma das mais conhecidas ilhas do Mar Egeu. O sol estava brilhando ainda e, no céu, quase não havia nuvens. Mas já se notava que, em algumas horas, ele iria desaparecer, sabem como? A sua luz estava naquela fase alaranjada. Não ele, mas a luz mesmo. Estava bonita, envolvia a todas as pessoas (e gatos) e, a todos, nos embelezava.

O porto da cidade é tão gracioso que, quando saímos do navio, estivemos um bocado de tempo admirando o entorno e tirando fotos. Ah, esqueci de dizer que, Continue reading “o lado POÉTICO de MÍKONOS” »

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o lado fantástico de Delfos

De baixo para cima: duas colunas, uma colina, a vegetação de árvores e ciprestes e as montanhas.

Para o alto!

Imagine viver em uma cidade construída a muitos metros de altitude e dona do umbigo do mundo. A sua cidade é nada menos que o centro do universo. Erguida sobre formações rochosas de extrema beleza natural, seu entorno é repleto de frondosas árvores e ciprestes.

E você pode até ter muitas dúvidas sobre a sua vida e o seu destino, mas nunca sobre consultar ou não a pitonisa, uma atenciosa sacerdotisa cuja origem tem a ver com uma sábia serpente guardiã do Santuário de Gaia, a Mãe Terra. Continue reading “o lado FANTÁSTICO de DELFOS” »

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O lado mente sã em corpo são de Olímpia

Eu no sítio arqueológico de Olímpia. Vêem-se ruínas atrás.

Tão bom fazer 15 anos na Grécia! Não, eu tinha 33 já. Nas ruínas do Templo de Zeus.

Tive a satisfação de, em 2013, ter feito uma excursão bastante completa à Grécia. Toda vez que eu me pergunto de qual das cidades gostei mais, eu me respondo “Delfos. Não, Olímpia. Não, Atenas. Não, a mítica Epidauro.” E fico nessa ciranda de cidades gregas sem chegar a conclusão alguma. Na verdade, chego à conclusão de que foi uma excelente escolha realizar esse incrível passeio por todas elas.

Como estamos em um ano de Olimpíadas, me veio à cabeça a cidade grega de Olímpia. Se não me engano, a visitei no segundo dia da excursão ao Peloponeso. Tínhamos saído, no dia anterior, de Atenas e conhecido o Canal de Corinto e o sítio arqueológico de Epidauro. No final do primeiro dia de excursão, chegamos à Olímpia, onde tínhamos o hotel. Lá dormimos para, no dia seguinte de manhã cedo, partir para a visita ao sítio arqueológico dali. Continue reading “o lado MENTE SÃ EM CORPO SÃO de OLÍMPIA” »

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O lado amostrinha de Santorini

Vista aérea da parte da ilha onde estão os teleféricos. Vêem-se as típicas casinhas brancas, o mar bem azul e as rochas vulcânicas de que são feitas as ilhas do arquipélago.

Arquitetura típica. Um ar de bem estar e tranquilidade.

Era a última parada do cruzeiro pelas ilhas gregas. Um dos lugares mais comentados e pelo qual eu tinha bastante curiosidade.

Mal suas rochas vulcânicas despontaram no horizonte, todos — ou quase todos — os viajantes do navio largaram o que estavam fazendo (tomando sol ou comendo, provavelmente) para se debruçar na proa a fim de apreciar a impressionante paisagem que se apresentava. Continue reading “o lado AMOSTRINHA de SANTORINI” »

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O lado embasbacante de Epidauro

Foto tirada da última fileira. Se vêem montanhas e vegetação ao fundo.

Da última fileira da arquibancada do Teatro Antigo de Epidauro. Uau!

Como contei em outra ocasião, a minha intenção com relação à Grécia era simplesmente conhecer Atenas – lugar mítico e capital do país – e uma ilhazinha grega qualquer apenas para que eu me sentisse em um dos paraísos em cujas fotos babava há um bom tempo. “E lamba os beiços!”, dizia eu a mim mesma. Meu senso de pão-durice sempre foi muito aguçado. Que dificuldade tive de começar a soltar dinheiro. Porém foi graças à tacanhez do prólogo da minha vida que eu pude me dar esses pequenos luxos.

E que melhor luxo e melhor presente eu poderia dar a mim mesma que não uma bela e completa viagem cultural? Grécia… Quem diria? E, mais do que Atenas, um circuito pelo Peloponeso e Meteora. Além das principais ilhas. Continue reading “o lado EMBASBACANTE de EPIDAURO” »

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O lado gincana do cruzeiro pelas ilhas gregas.

Navio atracado em Kusadasi, Turquia.

Louis Cruises Olympia, atracado em Kusadasi, Turquia. Na segunda fileira, de baixo para cima, de janelinhas circulares, ali estava o meu humilde quartinho.

Ao retornar da Grécia, ainda me sentia como se estivesse no navio, balançando. Seria normal? Se continuasse assim, eu ia ter que me mudar para dentro de um, pois lá eu já estava acostumada a sentir o balanço. Mas em terra não, demorou um pouco até que parasse essa sensação.

Paguei um pacote de bebidas não alcoólicas por 47 euros para os 4 dias, um pouco antes de embarcar no navio da Louis Cruises. Continue reading “o lado GINCANA do CRUZEIRO PELAS ILHAS GREGAS” »

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