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O lado B de Notting Hill

Foto de uma rua em Notting Hill. Casinhas coloridas, mas em tons terrosos. Um senhor na porta de casa abrindo o guarda-chuva.

Começava a chover e o morador saía de sua casa abrindo o guarda chuva.

Minha imagem mental de Notting Hill nunca havia ultrapassado os limites sugeridos pelo filme de mesmo nome, protagonizado por Julia Roberts e Hugh Grant. Melhor dizendo, eu nunca havia tomado conhecimento desse bairro de Londres antes de assistir à história de Anna Scott e William Thacker, em 1999. Eu, como muitos outros turistas, quis ir até lá motivada pelo filme, de onde eu conhecia o lugar.

E devo dizer que, ao passear pelas simpáticas ruas com suas casinhas fofas, coloridas e singelas, minha ideia de Notting Hill não mudou nada não. Continuou sendo um bairro bem inglesinho e querendo ser cool. De fato, as moradias de arquitetura vitoriana foram construídas pela alta sociedade. Mas durante a Segunda Guerra Mundial, bombardeios alemães abalaram algumas das construções. Continue reading “o lado B de NOTTING HILL” »

O lado sincero do Haggis.

Quando se viaja a um lugar, deseja-se conhecer sua cultura, sua História, seu povo, sua natureza e sua comida, claro. Pelo menos eu sou assim.

Na Escócia não foi diferente. Antes de chegar em tal país, ainda passeando pela Irlanda, uma colega de excursão, paquistanesa, que já havia estado em terras escocesas, me disse que eu TINHA que provar o Haggis. E voltou a dizê-lo outras vezes mais.

Padrão decorativo.

Já em Edimburgo, capital escocesa, paramos em um restaurante, uma amiga brasileira e eu, para jantar. “Ummm… Haggis… Acho que vou pedir, é típico daqui!”, disse eu, olhando o cardápio. Ao que a minha amiga comentou: “Eu pediria, mas tenho receio de pedir algo que não conheço. Podia ter uma foto aqui, para a gente ter uma ideia de como é.

Quando a garçonete se aproximou para anotar os pedidos, minha amiga perguntou: “Por favor, estamos querendo pedir o Haggis, mas seria possível ver alguma foto para saber como é? É que não fazemos ideia do que seja.” A mocinha disse: “Oh, sim!” E rapidamente pegou, da outra mesa, uma cartolina A4 plastificada. Pensei: “Nossa! E não é que ela tinha uma foto, separada, do tal prato mesmo?”

Minha amiga pegou a cartolina e começou a fazer caras estranhas. Continue reading “o lado SINCERO do HAGGIS” »

O lado movimentado de Abu Simbel.

Foto do Templo de Ramsés.

Depois de horas de viagem pelo deserto, a recompensa!

Como contei em outra ocasião, os passeios diários pelo Egito, durante o cruzeiro pelo Nilo, costumavam começar pelas manhãs, bem cedinho. Logo no primeiro dia, toma! Acordar às 5h. Mas houve uma vez em que todos os meus conceitos de “manhã” e “dormir” tiveram que ser revistos. “Mañana vamos a salir a las 3h. Os pongo la alarma para las 2h50, ¿qué tal?”, disse Áli, o guia. Ou seja, 10 minutinhos para se levantar, se arrumar e descer. Ou acordar ainda mais cedo, por conta própria, e organizar o tempo como quisesse, desde que— atenção! —, todos estivessem a postos na saída do navio indubitavelmente às 3h da manhã. Bem… Da madrugada, né? Continue reading “o lado MOVIMENTADO de ABU SIMBEL” »

O lado verde da Laguna Negra

Imagem da Laguna Negra.

Laguna Negra tal como a vi pela primeira vez.

“¿Te apetece ir a la Laguna Negra, en Soria? Es un lugar que está bien para conocer.” Assim me apresentaram à ideia de conhecer essa lagoa.

Procurei no Google informações sobre ela e por que seria esse um lugar interessante. Não que eu seja muito seletiva com relação a isso. Falou “vamos” e “laguna”, para mim já está valendo! Gosto muito de passeios ao ar livre e de contemplar as belezas da natureza. Mas, claro, por curiosidade, deixe-me pegar meu celular, que está tão à mão, e dar uma bisbilhotada no que diz “a internet”. Continue reading “o lado VERDE da LAGUNA NEGRA” »

o lado aventuresco de ir a um banheiro de Lisboa

Aconteceu em janeiro de 2009. Havia anos que eu não ia a Portugal! O destino era Lisboa.

Foto de uma rua no bairro do Chiado.

Bairro do Chiado, onde me hospedei. Um dos mais emblemáticos de Lisboa.

Que saudade e que vontade de andar por aquelas ruas tão coloridas de azulejos e de pessoas. E de comer aqueles docinhos tão saborosos. E de ouvir aquele sotaque que me é tão familiar, devido ao fato de a minha família, por parte de mãe, ser portuga. Sim, quando ouço alguém falando Português com sotaque de Portugal, sinto uma sensação de aconchego. Na minha cabeça, todos os portugueses são meus amigos! Continue reading “o lado AVENTURESCO de IR A UM BANHEIRO DE LISBOA” »

O lado gincana do cruzeiro pelas ilhas gregas.

Navio atracado em Kusadasi, Turquia.

Louis Cruises Olympia, atracado em Kusadasi, Turquia. Na segunda fileira, de baixo para cima, de janelinhas circulares, ali estava o meu humilde quartinho.

Ao retornar da Grécia, ainda me sentia como se estivesse no navio, balançando. Seria normal? Se continuasse assim, eu ia ter que me mudar para dentro de um, pois lá eu já estava acostumada a sentir o balanço. Mas em terra não, demorou um pouco até que parasse essa sensação.

Paguei um pacote de bebidas não alcoólicas por 47 euros para os 4 dias, um pouco antes de embarcar no navio da Louis Cruises. Continue reading “o lado GINCANA do CRUZEIRO PELAS ILHAS GREGAS” »

O lado transformista de Hatshepsut

Dentre tantos templos do Antigo Egito, o que eu mais gostei foi o templo em homenagem à Hatshepsut. Não foi o primeiro templo que visitei. Também não foi o segundo. Tá, foi o terceiro! Eu supostamente deveria falar primeiro dos Templos de Karnak e de Lúxor, mas estou com mais vontade de contar sobre o de Hatshepsut.

Eu na frente do templo e as formações rochosas.

Um belo entorno!

Nós, do grupo da excursão, o visitamos na mesma ocasião em que conhecemos os que citei ali acima. Foi um dia bastante puxado e muito proveitoso. Acordamos às 5h, tomamos café-da-manhã no navio, atracado em Lúxor. Visitamos os templos de Karnak e Lúxor. E nos dirigimos a Deir El Bahari, margem direita do Nilo, à entrada do Vale dos Reis, onde se situa o belíssimo templo funerário. Continue reading “o lado TRANSFORMISTA de HATSHEPSUT” »