O lado nudista de Barcelona

Era relativamente comum ouvir falar da ocorrência de pessoas nuas em Barcelona, quando comecei a morar lá, na temporada de 2008/2009. “Gente pelada na cidade era assunto de rodinha de amigos, Adriana?” Não foi isso que eu quis dizer. O “relativamente” não foi usado à toa aqui.

Antes de ir morar em Barcelona, o tema em questão não estava presente na minha vida cotidiana em nenhum grau, em Niterói ou no Rio. E, sabe-se lá por quê, quando passei a ser moradora daquela cidade, não é que o assunto fosse muito frequente, mas ele passou a existir.

Logo nos primeiros dias, ao me encontrar com uma amiga minha, também brasileira, que conheci pela internet, fiquei sabendo que ela tinha visto, não fazia muito tempo, um homem pedalando uma bicicleta completamente nu.

As torres (pináculos) do templo da Sagrada Família, entre uns ramos de uma árvores.

Esta é a Sagrada Família, atrás de uns ramos de árvores.

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O lado turístico de Bruxelas

Close nas flores de um mercado temporário na Grand Place. o fundo se vê um pouco da arquitetura do local.

Mercado de flores alegra a Grand Place!

Bruxelas não costuma figurar nas listas de principais destinos de viagem. Isto é um tanto injusto. A cidade, capital da Bélgica, é muito gostosa para ser visitada. Suas ruas e praças são cheias de encanto. A parte antiga é composta de edifícios de arquitetura medieval, tendo a cidade começado a se formar a partir do século X.

A Grand Place, principal praça de Bruxelas, é uma jóia a ser admirada. É a praça central dali, como existem, na Espanha, as plazas mayores”. Se querem saber a minha opinião, esta é a praça central mais bonita que já vi. Para chegar até lá, passa-se por muitas ruas estreitas. E, quando finalmente a pessoa se depara com aquele espaço relativamente amplo, cercado de fachadas ricamente elaboradas em pedra, é impossível não extasiar-se. Continue reading “o lado TURÍSTICO de BRUXELAS” »

{para ver} LONDRES

Um giro pela cidade >>>

Escultura de sereia e golfinhos compõem um chafariz na Trafalgar Square.

Quanto movimento! Sereia e golfinhos, na Trafalgar Square.

Big Ben

It’s quarter past… tea time!

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Silhueta de homem sentado na proa do barquinho. Ao fundo, a praia.

Que belezas!

Gosta de lugares paradisíacos? Então, tenho um lugar fantástico para recomendar. A Praia do Sono, em Paraty!

É engraçado o fato de lugar paradisíaco sempre ser uma praia, não é verdade? Ninguém nunca se refere assim a uma montanha ou a uma lagoa, não sei por quê. E, fora do tema da natureza, um paraíso, dependendo da pessoa, pode ser também uma grande metrópole, cheia de movimento e pessoas e restaurantes. Enfim. Algo que me passou pela cabeça agora. Continue reading “o lado REVIGORANTE da PRAIA DO SONO” »

O lado pop de um sorvete

Em close, o sorvete, de cor branca, e no meio de dois biscoitos, tipo um sanduíche. Vê-se a minha mão segurando o sorvete. Ao fundo está a loja.

6°C: temperatura ambiente ideal para tomar sorvete sem pânico.

Enquanto passeava por uma das ruas mais movimentadas e comerciais de Amsterdam, a Nieuwendijk, vi duas senhorinhas alegres freneticamente tomando um sorvete branco servido em casquinhas. “Nossa! Muita vontade mesmo de tomar sorvete neste frio! Nunca viram sorvete na vida ou o quê?”, pensei. Bastou dar alguns passos mais adiante para um dos meus amigos anfitriões dizer “Aqui se vende um sorvete que é típico. Se quiser experimentar, está ali”, apontando para uma simpática e bem cuidada lojinha. Continue reading “o lado POP de um SORVETE” »

O lado poético de Míkonos

A Pequena Veneza. Uma calçadinha estreita, de pedras. Casinhas brancas. Cadeiras para as pessoas sentarem e admirarem o mar, que está rente à calçada. Pessoas na calçada e nas cadeiras. Os moinhos estão ao fundo e o mar está levemente agitado.

Que visão!

Míkonos foi a primeira parada do cruzeiro marítimo que fiz pelas Ilhas Gregas em agosto de 2013. O navio tinha partido de Atenas, bem cedinho. Não me lembro da hora, mas era bem cedo sim.

E foi à tardinha que atracamos em Míkonos, uma das mais conhecidas ilhas do Mar Egeu. O sol estava brilhando ainda e, no céu, quase não havia nuvens. Mas já se notava que, em algumas horas, ele iria desaparecer, sabem como? A sua luz estava naquela fase alaranjada. Não ele, mas a luz mesmo. Estava bonita, envolvia a todas as pessoas (e gatos) e, a todos, nos embelezava.

O porto da cidade é tão gracioso que, quando saímos do navio, estivemos um bocado de tempo admirando o entorno e tirando fotos. Ah, esqueci de dizer que, Continue reading “o lado POÉTICO de MÍKONOS” »

o lado surpreendente de um peixe cru

Eu segurando um pratinho de papel que contém o haring, a cebola e o picles.

Apresento-lhes o haring!

Foto mostra parte da barraquinha que vende haring, decorada com um banner que tem as cores da bandeira holandesa (vermelho, branco e azul) e uma imagem do haring.

Lisinho, lisinho!

Estava eu em Amsterdam, visitando três amigos meus que moram ali (um deles, um bulldog francês adorável), quando recebo uma mensagem de uma amiga, com quem havia trabalhado no Rio, quatro anos atrás. Ela viu que eu tinha publicado umas fotos da minha ida ao Museu Van Gogh e, como ela também estava na cidade, resolveu entrar em contato. Que bom!

Quando nos encontramos, ela me contou sobre o haring, um peixe cru, bastante salgado, que é bem típico de Amsterdam. Eu já tinha ouvido falar sobre essa comida, mas, pela descrição, não parecia apetitoso. Além disso, me haviam dito que os arenques eram pescados nos canais da cidade e, embora eu nem tivesse reparado se a água tinha bom aspecto ou não, esse dado não me pareceu nada convidativo. Tenho inculcado na minha cabeça que água de canal é ruim. Não sei se é o caso.

Mas essa minha amiga veio com um argumento certeiro: “Você não é de Niterói? Os peixes do Mercado São Pedro são da Baía de Guanabara!” Diante disso, me enchi de vontade de experimentar o tal haring. Eu, que já gosto de provar comidas diferentes, só precisava de um empurrãozinho.

O haring é vendido tipicamente em barraquinhas de rua. É servido com cebola crua cortada em cubinhos e picles por cima. O peixe é o arenque e, pelo que li depois, a sua procedência são os mares do norte, não os canais. A forma tradicional de comê-lo é assim mesmo, apenas o peixe, a cebola e o picles. Continue reading “o lado SURPREENDENTE de UM PEIXE CRU” »